Declaração Universal dos Direitos dos Animais
1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.
Preâmbulo:
- Considerando que todo o animal possui direitos;
- Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
- Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
- Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
- Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
- Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,
Proclama-se o seguinte:
Artigo 1º
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Artigo 2º
1. Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
2. O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais
3. Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
Artigo 3º
1. Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis.
2. Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
Artigo 4º
1. Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
2. toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.
Artigo 5º
1. Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
2. Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.
Artigo 6º
1. Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.
2. O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Artigo 7º
Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Artigo 8º
1. A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
2. As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
Artigo 9º
Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
Artigo 10º
1. Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.
2. As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Artigo 11º
Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
Artigo 12º
1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
Artigo 13º
1. O animal morto deve de ser tratado com respeito.
2. As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.
Artigo 14º
1. Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
2. Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
VAMOS dar Nossa Voz a eles- Nossos Irmaos Animais
Declaração Universal dos Direitos dos Animais
1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.
Preâmbulo:
- Considerando que todo o animal possui direitos;
- Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
- Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
- Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
- Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
- Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,
Proclama-se o seguinte:
Artigo 1º
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Artigo 2º
1. Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
2. O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais
3. Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
Artigo 3º
1. Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis.
2. Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
Artigo 4º
1. Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
2. toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.
Artigo 5º
1. Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
2. Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.
Artigo 6º
1. Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.
2. O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Artigo 7º
Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Artigo 8º
1. A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
2. As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
Artigo 9º
Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
Artigo 10º
1. Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.
2. As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Artigo 11º
Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
Artigo 12º
1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
Artigo 13º
1. O animal morto deve de ser tratado com respeito.
2. As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.
Artigo 14º
1. Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
2. Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.
1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.
Preâmbulo:
- Considerando que todo o animal possui direitos;
- Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
- Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
- Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
- Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
- Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,
Proclama-se o seguinte:
Artigo 1º
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Artigo 2º
1. Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
2. O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais
3. Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
Artigo 3º
1. Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis.
2. Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
Artigo 4º
1. Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
2. toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.
Artigo 5º
1. Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
2. Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.
Artigo 6º
1. Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.
2. O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Artigo 7º
Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Artigo 8º
1. A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
2. As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
Artigo 9º
Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
Artigo 10º
1. Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.
2. As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Artigo 11º
Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
Artigo 12º
1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
Artigo 13º
1. O animal morto deve de ser tratado com respeito.
2. As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.
Artigo 14º
1. Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
2. Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.
sábado, 24 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Primeiros depoimentos do livro "Divagações de Sissi"
Leitura altamente recomendável a pessoas sensíveis de espírito; capazes de se comover com a impotência dos não humanos frente à insensibilidade dos humanos. Àqueles (veterinários, criadores, esteticistas da área pet e etc) que de alguma forma lidam com estes seres maravilhosos chamados animais, “Divagações de Sissi” vem para traduzir latidos, miados, mugidos e relinchos de forma clara e absoluta. E como já dizia Thomas Jefferson: "Eu temo pela minha espécie quando penso que Deus é justo."
Cláudia T. Stoffel dos Santos - Médica Veterinária
O novo livro de Sinara Foss é intenso. Muito. A autora, apaixonado por animais, consegue personificá-los. É como se estivéssemos lidando com pessoas, percebendo suas reações e angústias. Ademais, serve como apoio pedagógico nas escolas, já que aborda temas como trato com os animais, ecocrítica, o que pode ajudar a formar pessoas melhores na futuro.
Márnei Consul, professor de Português e Inglês em Santo Antônio da Patrulha
Mais do que a temática, o encanto de uma obra deriva das estratégias empregadas pelo escritor na construção da mesma. E é exatamente isso que impressiona nos livros da Sinara e torna-os tão singular; vegetarianismo, amor aos animais, novas perspectivas sobre os animais e a relação humana com o meio ambiente, propostos em uma óptica adversa da convencional. Com fluxos de consciência, digressões, e projeção da dupla articulação humana nos animais, esses temas ganham uma nova visão impressionando os leitores e sendo, também, uma ferramenta para a introdução à educação ambiental.
Ana Araújo, estudante de Letras da USP - Universidade de São Paulo
Cláudia T. Stoffel dos Santos - Médica Veterinária
O novo livro de Sinara Foss é intenso. Muito. A autora, apaixonado por animais, consegue personificá-los. É como se estivéssemos lidando com pessoas, percebendo suas reações e angústias. Ademais, serve como apoio pedagógico nas escolas, já que aborda temas como trato com os animais, ecocrítica, o que pode ajudar a formar pessoas melhores na futuro.
Márnei Consul, professor de Português e Inglês em Santo Antônio da Patrulha
Mais do que a temática, o encanto de uma obra deriva das estratégias empregadas pelo escritor na construção da mesma. E é exatamente isso que impressiona nos livros da Sinara e torna-os tão singular; vegetarianismo, amor aos animais, novas perspectivas sobre os animais e a relação humana com o meio ambiente, propostos em uma óptica adversa da convencional. Com fluxos de consciência, digressões, e projeção da dupla articulação humana nos animais, esses temas ganham uma nova visão impressionando os leitores e sendo, também, uma ferramenta para a introdução à educação ambiental.
Ana Araújo, estudante de Letras da USP - Universidade de São Paulo
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Lançamento de Divagações de Sissi dia 24 de JULHO na Livraria La Mancha
Sinara Foss lança “Divagações de Sissi”
pela Editora Pragmatha
A escritora Sinara Foss estreia a parceria com a editora Pragmatha, de Porto Alegre, com a publicação do livro “Divagações de Sissi”. A obra conta a história da cachorrinha Sissi e sua turma de cães e gatos, que estão juntos em uma aventura que mescla diversão, crítica e um profundo respeito à vida.
Segundo a escritora, a obra tem como um dos objetivos o entretenimento, na medida em que foi escrita com uma linguagem descontraída que agrada tanto adultos como adolescentes e inclusive crianças. “É um livro pra lazer e cultura, para aqueles que têm no hábito de ler um hobbye, uma diversão”, afirma.
Outra pilastra da obra é a promoção de consciência quanto à importância de cuidar bem dos animais e do meio ambiente. Arte engajada? Sim, responde a escritora, que para a publicação do livro “Divagações de Sissi” ingressou no projeto Terceiro Olhar, da Pragmatha. O projeto é voltado para ações de cidadania e auxilia o autor no processo industrial de produção do livro e também na distribuição. O convite partiu da editora Sandra Veroneze, que identificou na obra de Sinara elementos coincidentes com os princípios do projeto, que executa, entre outras ações, a campanha “Virtudes” (www.terceiroolhar.com.br).
Sinara Foss é autora dos livros “Nossas vidas”, “Mulheres” e “Memórias de um cachorro velho”. “Divagações de Sissi”, ao preço de R$ 20,00, pode ser adquirido diretamente com a autora através do site www.sinarafoss.com.
A sessão de lançamento acontecerá no dia 17 de julho, às 15hs, na Livraria La Mancha, Rua Coronel Victor Villa Verde, 93, Sala 5, em Santo Antônio da Patrulha.
Título: Divagações de Sissi
Autora: Sinara Foss
Editora: Pragmatha
Ano: 2010
ISBN: 978-85-62310-12-6
Informações: xxxxxxxxxxxxxx
Trechos da obra
... Quando eu nasci, os donos da minha mãe disseram para a Sinara que a Isadora podia escolher um cachorrinho dentre os filhotes. Eu devia ter um dia ou dois dias, quando a Isadora, pequenininha, ainda esteve lá nos olhando e me escolheu. “Quero essa amarelinha com uma estrelinha branca na cabeça!” E assim aconteceu. Quando tínhamos dois meses e não estávamos mamando mais, os donos da minha mãe deram os meus irmãozinhos para pessoas boas que prometeram lhes dar amor e cuidar. Eu fiquei com a minha mãe, Bolinha, porque eu já estava prometida para a Isadora.
... Jesus, Jesus! Vou correr, vou correr, dar a volta na casa, esses pensamentos têm que sair da minha cabeça! Quando eu corro assim em volta da casa, sem parar, as minhas donas dizem que eu estou em crise e acham engraçadinho. E estou mesmo em crise, mas em crise com os meus pensamentos!
... Várias coisas que só a Fofinha fazia ele faz também. A Fofinha gostava de se sentar no parapeito da janela da sala e do quarto para olhar para a rua e ver quem passava e, é lógico, latir. Sabe assim? Deitar na janela como os gatos fazem? Ela fazia! Às vezes, pulava a janela para correr no pátio quando algo a interessava. Como ela era levinha, nunca se machucou nestes pulos! O Henry se deita na janela como ela e só tem uma janela em que ele não pula, a mesma que a Fofinha não pulava. Eu nunca deitei na janela e nunca pulei. Tenho medo de cair e me machucar!
... Eu estou sempre escutando as conversas das pessoas, fico sentada no meio delas e, assim, participo e aprendo. Aqui na nossa casa, elas tomam chimarrão, que é uma bebida comum no sul do país, onde a gente mora. É uma bebida feita com erva mate e água quente. E enquanto as pessoas fazem a roda do chimarrão, surgem muitos assuntos interessantes. E eu sempre participo! Por isso, sou inteirada das conversas.
... Ouvi-as comentando aqui que há pessoas que ganham a vida comercializando filhotes. Essas pessoas têm cachorros de raça pura e fazem a fêmea procriar e procriar; quanto mais filhotes, mais dinheiro. Eles nem respeitam o tempo necessário para a fêmea se recuperar entre uma cria e outra, e a ganância faz com que a cachorra tenha mais e mais filhotes. Cada cio, uma ninhada e, para gerar cachorrinhos, a mãe enfraquece! Tudo pensando em dinheiro! Ao invés de comprar, adote! Lembre-se, não precisa comprar um amigo!
... O Henry tem até camiseta do Sport Club Internacional de Porto Alegre. É o time de futebol pelo qual a Sinara torce. Ele usa a camiseta contra a vontade, ele não torce por time nenhum... O Henry odeia jogos porque, quando o Inter faz gols, a Sinara grita e ele fica nervoso. O Henry é tão inteligente que conhece até a voz do narrador de futebol da TV e, quando ele vai alterando a voz, é porque está perto de gol, e a Sinara vai gritar. Então, o Henry já sai de fininho com o rabo baixinho para se esconder dentro de um roupeiro
... As pessoas, ao julgarem os animais inferiores e que a única serventia dos animais é para comer ou para serem usados em pesquisas ou para fazerem roupas de seus couros e peles, estão fazendo como os nazistas, que tanto mal fizeram e que ainda hoje envergonham a humanidade por esse crime tão hediondo! Vocês sabem o que é hediondo? É algo grande, grande demais!
... Tom Regan gosta muito do filósofo Immanuel Kant, que era vegetariano e sempre disse lindas frases sobre os animais. Vou dizer algumas delas para vocês: “A grandeza de uma nação e seu progresso moral podem ser julgados pela maneira como seus animais são tratados”. “A pureza do coração de uma pessoa pode ser rapidamente avaliada pela maneira como ela vê os animais”.
Lindos pensamentos, não é?
... O gatinho foi sarando e ficando forte. Atualmente as patas estão completamente normais. Apenas o olho que não pôde ser recuperado. Mas ele nem dá bola. Sabe que ele até é bem charmoso! A falta daquele olho lhe deu um charme todo especial! A ele foi dado o nome de Tiger, que quer dizer tigre em inglês. Ele parece mesmo um tigre, mas só que é pequenininho! Está um Tigrão, agora todo metido a valentão!
pela Editora Pragmatha
A escritora Sinara Foss estreia a parceria com a editora Pragmatha, de Porto Alegre, com a publicação do livro “Divagações de Sissi”. A obra conta a história da cachorrinha Sissi e sua turma de cães e gatos, que estão juntos em uma aventura que mescla diversão, crítica e um profundo respeito à vida.
Segundo a escritora, a obra tem como um dos objetivos o entretenimento, na medida em que foi escrita com uma linguagem descontraída que agrada tanto adultos como adolescentes e inclusive crianças. “É um livro pra lazer e cultura, para aqueles que têm no hábito de ler um hobbye, uma diversão”, afirma.
Outra pilastra da obra é a promoção de consciência quanto à importância de cuidar bem dos animais e do meio ambiente. Arte engajada? Sim, responde a escritora, que para a publicação do livro “Divagações de Sissi” ingressou no projeto Terceiro Olhar, da Pragmatha. O projeto é voltado para ações de cidadania e auxilia o autor no processo industrial de produção do livro e também na distribuição. O convite partiu da editora Sandra Veroneze, que identificou na obra de Sinara elementos coincidentes com os princípios do projeto, que executa, entre outras ações, a campanha “Virtudes” (www.terceiroolhar.com.br).
Sinara Foss é autora dos livros “Nossas vidas”, “Mulheres” e “Memórias de um cachorro velho”. “Divagações de Sissi”, ao preço de R$ 20,00, pode ser adquirido diretamente com a autora através do site www.sinarafoss.com.
A sessão de lançamento acontecerá no dia 17 de julho, às 15hs, na Livraria La Mancha, Rua Coronel Victor Villa Verde, 93, Sala 5, em Santo Antônio da Patrulha.
Título: Divagações de Sissi
Autora: Sinara Foss
Editora: Pragmatha
Ano: 2010
ISBN: 978-85-62310-12-6
Informações: xxxxxxxxxxxxxx
Trechos da obra
... Quando eu nasci, os donos da minha mãe disseram para a Sinara que a Isadora podia escolher um cachorrinho dentre os filhotes. Eu devia ter um dia ou dois dias, quando a Isadora, pequenininha, ainda esteve lá nos olhando e me escolheu. “Quero essa amarelinha com uma estrelinha branca na cabeça!” E assim aconteceu. Quando tínhamos dois meses e não estávamos mamando mais, os donos da minha mãe deram os meus irmãozinhos para pessoas boas que prometeram lhes dar amor e cuidar. Eu fiquei com a minha mãe, Bolinha, porque eu já estava prometida para a Isadora.
... Jesus, Jesus! Vou correr, vou correr, dar a volta na casa, esses pensamentos têm que sair da minha cabeça! Quando eu corro assim em volta da casa, sem parar, as minhas donas dizem que eu estou em crise e acham engraçadinho. E estou mesmo em crise, mas em crise com os meus pensamentos!
... Várias coisas que só a Fofinha fazia ele faz também. A Fofinha gostava de se sentar no parapeito da janela da sala e do quarto para olhar para a rua e ver quem passava e, é lógico, latir. Sabe assim? Deitar na janela como os gatos fazem? Ela fazia! Às vezes, pulava a janela para correr no pátio quando algo a interessava. Como ela era levinha, nunca se machucou nestes pulos! O Henry se deita na janela como ela e só tem uma janela em que ele não pula, a mesma que a Fofinha não pulava. Eu nunca deitei na janela e nunca pulei. Tenho medo de cair e me machucar!
... Eu estou sempre escutando as conversas das pessoas, fico sentada no meio delas e, assim, participo e aprendo. Aqui na nossa casa, elas tomam chimarrão, que é uma bebida comum no sul do país, onde a gente mora. É uma bebida feita com erva mate e água quente. E enquanto as pessoas fazem a roda do chimarrão, surgem muitos assuntos interessantes. E eu sempre participo! Por isso, sou inteirada das conversas.
... Ouvi-as comentando aqui que há pessoas que ganham a vida comercializando filhotes. Essas pessoas têm cachorros de raça pura e fazem a fêmea procriar e procriar; quanto mais filhotes, mais dinheiro. Eles nem respeitam o tempo necessário para a fêmea se recuperar entre uma cria e outra, e a ganância faz com que a cachorra tenha mais e mais filhotes. Cada cio, uma ninhada e, para gerar cachorrinhos, a mãe enfraquece! Tudo pensando em dinheiro! Ao invés de comprar, adote! Lembre-se, não precisa comprar um amigo!
... O Henry tem até camiseta do Sport Club Internacional de Porto Alegre. É o time de futebol pelo qual a Sinara torce. Ele usa a camiseta contra a vontade, ele não torce por time nenhum... O Henry odeia jogos porque, quando o Inter faz gols, a Sinara grita e ele fica nervoso. O Henry é tão inteligente que conhece até a voz do narrador de futebol da TV e, quando ele vai alterando a voz, é porque está perto de gol, e a Sinara vai gritar. Então, o Henry já sai de fininho com o rabo baixinho para se esconder dentro de um roupeiro
... As pessoas, ao julgarem os animais inferiores e que a única serventia dos animais é para comer ou para serem usados em pesquisas ou para fazerem roupas de seus couros e peles, estão fazendo como os nazistas, que tanto mal fizeram e que ainda hoje envergonham a humanidade por esse crime tão hediondo! Vocês sabem o que é hediondo? É algo grande, grande demais!
... Tom Regan gosta muito do filósofo Immanuel Kant, que era vegetariano e sempre disse lindas frases sobre os animais. Vou dizer algumas delas para vocês: “A grandeza de uma nação e seu progresso moral podem ser julgados pela maneira como seus animais são tratados”. “A pureza do coração de uma pessoa pode ser rapidamente avaliada pela maneira como ela vê os animais”.
Lindos pensamentos, não é?
... O gatinho foi sarando e ficando forte. Atualmente as patas estão completamente normais. Apenas o olho que não pôde ser recuperado. Mas ele nem dá bola. Sabe que ele até é bem charmoso! A falta daquele olho lhe deu um charme todo especial! A ele foi dado o nome de Tiger, que quer dizer tigre em inglês. Ele parece mesmo um tigre, mas só que é pequenininho! Está um Tigrão, agora todo metido a valentão!
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Vamos divulgar
Projeto de lei pretende por fim à eutanásia em animais sadios, nos CCZs
28 de fevereiro de 2010
7
Os defensores de animais e simpatizantes da causa estão de olho na agenda do Senado. A expectativa é de que, nesta semana, o projeto de lei que pode pôr um fim à prática de eutanásia de animais sadios vença mais uma etapa. A proposta tramita há sete anos entre a Câmara e o Senado Federal e, na terça-feira passada, chegou a ser colocada na pauta. Mas o item não foi votado. Se aprovada, a legislação reconhecerá a política de esterilização (castração) de cães e gatos como única medida válida para o controle populacional e de doenças. Um antigo sonho dos protetores que combatem a atuação das carrocinhas dos centros de zoonoses.
Werner Payne, da Associação Veterinário Sem Fronteiras, defende a esterilização para todo o país (Foto: Fellipe Castro\Esp. para Aqui Pe\D.A Press)
Integrante da Associação Veterinário Sem Fronteiras (VSF), Werner Payne participou da formulação da política adotada em São Paulo, que já pratica a castração e campanhas de adoção, e defende a obrigatoriedade da esterilização em todo o país. “A lei é fundamental para obtermos um avanço humanitário e acabar com a morte sem razão de vários animais”, disse o veterinário que, agora, mantém uma clínica no Recife. Ele destacou que, além de ser um crime, o extermínio de animais capturados nas ruas não é eficaz para o controle populacional. “As cidades não têm estrutura e a taxa de natalidade descontrolada aumenta o abandono, os sacrifícios e os maus-tratos”, citou. .
Outra ativista local, a presidente da Associação de Amigos e Defensores dos Animais e Meio Ambiente (Aadama), Maria Padilha, considera a esterilização como a solução mais rápida e eficaz. “Ela deve vir acompanhada, claro, do trabalho de conscientização dos tutores e das pessoas em geral”, argumentou. O projeto de lei do deputado Affonso Camargo (PSDB/PR), o PL 1.376/2003, estabelece a esterilização cirúrgica como única política de controle de natalidade. Para isso, prevê o uso de recursos da União e do município, a parceria com clínicas privadas e o início de campanhas educativas. “Não podemos continuar sem uma política populacional séria, matando os animais saudáveis”, disse Maria, referindo-se ao Centro de Vigilância Ambiental do Recife (CVA).
O argumento dos responsáveis por centros de zoonoses que adotam a eutanásia em animais saudáveis é que a prática é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para combater as doenças e controlar o crescimento de cães e gatos de rua. A questão é que esse procedimento, previsto no 6º Informe da OMS de 1973, é considerado ultrapassado pelos defensores. A norma válida seria o oitavo e último informe de 1992, que conclui que o método de captura e sacrifício de animais de rua é caro e ineficaz. “Ao manter o extermínio de cães e gatos saudáveis, o poder público está praticando uma política de saúde pública em desuso na maior parte do mundo”, afirma o deputado, na justificativa do projeto.
Histórico
O projeto de lei foi apresentado pelo deputado, em 2003, diante da movimentação do Fórum Nacional de Proteção Animal que lançou a campanha e reuniu 135 mil assinaturas. De lá para cá, o projeto passou pelas comissões da Câmara Federal e pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CJC) do Senado, onde aguarda a aprovação da Comissão de Assuntos Econômicos. E não é só. Depois, o PL precisa ser aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais e pelo plenário para, enfim, seguir para a assinatura do presidente. Um longo trajeto.
O assessor legislativo do deputado Affonso Camargo, Lúcio Bittencourt, informou que a previsão é que o projeto seja votado nos próximos dias. O gabinete reuniu mais de 80 mil assinaturas cobrando a votação do projeto. Para escrever para o deputado o email é ep.affonsocamargo@camara.gov.br. Ou para cobrar a aprovação ao senador e relator da comissão, Wellington Salgado, escreva para wellington.salgado@senador.gov.br.
Fonte: Diário de Pernambuco
28 de fevereiro de 2010
7
Os defensores de animais e simpatizantes da causa estão de olho na agenda do Senado. A expectativa é de que, nesta semana, o projeto de lei que pode pôr um fim à prática de eutanásia de animais sadios vença mais uma etapa. A proposta tramita há sete anos entre a Câmara e o Senado Federal e, na terça-feira passada, chegou a ser colocada na pauta. Mas o item não foi votado. Se aprovada, a legislação reconhecerá a política de esterilização (castração) de cães e gatos como única medida válida para o controle populacional e de doenças. Um antigo sonho dos protetores que combatem a atuação das carrocinhas dos centros de zoonoses.
Werner Payne, da Associação Veterinário Sem Fronteiras, defende a esterilização para todo o país (Foto: Fellipe Castro\Esp. para Aqui Pe\D.A Press)
Integrante da Associação Veterinário Sem Fronteiras (VSF), Werner Payne participou da formulação da política adotada em São Paulo, que já pratica a castração e campanhas de adoção, e defende a obrigatoriedade da esterilização em todo o país. “A lei é fundamental para obtermos um avanço humanitário e acabar com a morte sem razão de vários animais”, disse o veterinário que, agora, mantém uma clínica no Recife. Ele destacou que, além de ser um crime, o extermínio de animais capturados nas ruas não é eficaz para o controle populacional. “As cidades não têm estrutura e a taxa de natalidade descontrolada aumenta o abandono, os sacrifícios e os maus-tratos”, citou. .
Outra ativista local, a presidente da Associação de Amigos e Defensores dos Animais e Meio Ambiente (Aadama), Maria Padilha, considera a esterilização como a solução mais rápida e eficaz. “Ela deve vir acompanhada, claro, do trabalho de conscientização dos tutores e das pessoas em geral”, argumentou. O projeto de lei do deputado Affonso Camargo (PSDB/PR), o PL 1.376/2003, estabelece a esterilização cirúrgica como única política de controle de natalidade. Para isso, prevê o uso de recursos da União e do município, a parceria com clínicas privadas e o início de campanhas educativas. “Não podemos continuar sem uma política populacional séria, matando os animais saudáveis”, disse Maria, referindo-se ao Centro de Vigilância Ambiental do Recife (CVA).
O argumento dos responsáveis por centros de zoonoses que adotam a eutanásia em animais saudáveis é que a prática é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para combater as doenças e controlar o crescimento de cães e gatos de rua. A questão é que esse procedimento, previsto no 6º Informe da OMS de 1973, é considerado ultrapassado pelos defensores. A norma válida seria o oitavo e último informe de 1992, que conclui que o método de captura e sacrifício de animais de rua é caro e ineficaz. “Ao manter o extermínio de cães e gatos saudáveis, o poder público está praticando uma política de saúde pública em desuso na maior parte do mundo”, afirma o deputado, na justificativa do projeto.
Histórico
O projeto de lei foi apresentado pelo deputado, em 2003, diante da movimentação do Fórum Nacional de Proteção Animal que lançou a campanha e reuniu 135 mil assinaturas. De lá para cá, o projeto passou pelas comissões da Câmara Federal e pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CJC) do Senado, onde aguarda a aprovação da Comissão de Assuntos Econômicos. E não é só. Depois, o PL precisa ser aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais e pelo plenário para, enfim, seguir para a assinatura do presidente. Um longo trajeto.
O assessor legislativo do deputado Affonso Camargo, Lúcio Bittencourt, informou que a previsão é que o projeto seja votado nos próximos dias. O gabinete reuniu mais de 80 mil assinaturas cobrando a votação do projeto. Para escrever para o deputado o email é ep.affonsocamargo@camara.gov.br. Ou para cobrar a aprovação ao senador e relator da comissão, Wellington Salgado, escreva para wellington.salgado@senador.gov.br.
Fonte: Diário de Pernambuco
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